• Colunas

    The O.C. – 10 anos após o fim da série, porque nos apaixonamos por ela?

    We’ve been on the run, driving in the sun, looking out for number 1. California here we come, right back where we started from, Californiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

    Quem consegue esquecer da música icônica da abertura de Th O.C., que entrou na nossa vida em 2003 e saiu dela a exatos 10 anos completos em 22 de fevereiro?

    Ela nos prendeu desde aí, com uma trilha sonora envolvente, personagens que discutiam temas pesados de maneira séria e delicada, tanto quanto nos faziam rir e torcer por seu sucesso e felicidade.

    The O.C. foi o precursor da leva de dramas adolescentes do começo dos anos 2000, contando a história de Ryan, Marissa, Summer, Seth, seus pais e colegas, e mostrando que só porque uma série é teen, não significa que ela precisa ser bobinha.

    Para a estreia do nosso quadro novo no Canal Side Quest (quadro esse ainda sem nome, ou será que a gente mantém o “Programa Sem Nome”?), a Maria se junta a Monique Roos e Karine Brandt, pra discutir as razões pelas quais se apaixonaram pela série e que ela fez tanto impacto nas suas vidas, apesar da curta duração de 4 temporadas.

    Confiram e não esqueçam de contar pra gente o que fez VOCÊS se apaixonarem por The O.C.!

    the o.c.

  • Colunas

    Comic, Toys e Travels – Review das Estátuas Interativas de Street Fighter Blanka e Chun-Li

    O melhor do mundo das AFs, dicas de viagens e cobertura de eventos, como San Diego Comic-Con, você acompanha a partir de agora aqui no blog com o pessoal da Comic, Toys e Travels!

    E na estreia deles, o Fabricio Marvel trouxe essas fodásticas estátuas interativas de Street Fighter:

     

     

  • CapinaLemos

    CapinaLemos – The Witcher de Andrzej Sapkowski

    Criado pelo renomado escritor polonês Andrzej Sapkowski, The Witcher trata-se da saga fantástica de Geralt da Rívia, dividida em pequenos contos e romances publicados entre 1992 e 2013. Adota uma narrativa em terceira pessoa e conta os passos de um Bruxo, um membro de uma casta de guerreiros reclusos que através de treinamento e mutações corporais, tornam-se matadores de monstros. Seus livros tem sido adaptados para as mais diversas mídias, como cinema, televisão e mais recentemente, videogames. Os livros também possuem um status cult na comunidade européia, em especial nas regiões que circundam a Polônia.


    As histórias da Saga do Bruxo são centradas no Continente, um único pedaço de terra conquistado a muitos anos por Elfos que vieram de Além-Mar. Quando chegaram ao Continente, os Elfos se depararam com Anões e Gnomos já habitando o local. Passado um período de guerra, os Anões se recolheram para as montanhas enquanto os Elfos se estabeleceram nas florestas. Os Humanos somente chegaram 500 anos antes do começo dos eventos narrados nos livros, iniciando uma série de guerras. Uma vez dominantes, reinos humanos cresceram e Não-Humanos foram tratados como cidadãos de segunda-classe, vivendo em favelas associadas aos reinos humanos. Àqueles não confinados nas favelas foram obrigados a fugir para as terras selvagens não reclamadas pelos humanos. Outras raças do Continente surgiram após um evento mágico, conhecido como Convergência das Esferas, assim como a magia. Durante os séculos que precedem as histórias, grande parte do Continente foi tomado pelo Império de Nilfgaard, um reino expansionista localizado ao sul. Na progressão dos eventos dos livros, a primeira grande guerra entre os povos do Norte e Sul terminou e uma segunda grande guerra é iniciada no meio da saga.


     

    Em seu primeiro livro em ordem cronológica ficcional, O Último Desejo (1993), Sapkowski apresenta Geralt da Rívia.

    As histórias contidas nos contos deste livro tomam lugar antes da
    Saga do Bruxo e pavimentam a estrada para os eventos dos romances, apresentando personagens e eventos maiores. Após ser ferido em batalha, Geralt repousa em um templo e recorda eventos de sua vida. Cada um dos capítulos do livro apresenta um personagem importante ligado a Geralt e sua história como Bruxo.

     


    Até o presente momento, apenas os quatro primeiros livros da Saga foram traduzidos para o português, assim como os dois livros que precedem a história principal.

    Embarque nesse mundo de magia sombria, onde personagens vestem tons de cinza moldados a seu próprio caráter e o preconceito permeia em cada viela que o personagem cruza. Sapkowski criou um universo incrível esculpido em mitologia escandinava e claramente encantará os fãs de Tolkien e provavelmente os deixará assustados com a perversão de raças tão conhecidas, como os Elfos ou então as atrocidades cometidas pelos humanos. O Bruxo está apenas aguardando seu pagamento pelo serviço bem feito, corra até as livrarias e pegue já os seus exemplares dessa obra-prima que foge dos padrões da fantasia medieval tradicional. Você não vai querer ver o Bruxo zangado…

    Por Murilo Lamegal, designer e empresário meio amalucado, uma preguiça humanóide e nerd em tempo integral.

  • Imaginaremos

    Imaginaremos #14: Fracassado!


    Sejam bem-vindos ao Imaginaremos, a coluna de RPG do Capinaremos. Nessa semana, como lidar com o fracasso em campanha.


    Sejamos francos, perder é horrível. O amargor da derrota permeia em nossas bocas por semanas e jamais esqueceremos o quão perto
    chegamos de derrotar o maldito vilão, que escapou pelos dedos dos heróis e atingiu sua tão sonhada vitória. Crescemos acostumados a realidade de que o bem sempre vencerá no final. Até mesmo o Mestre mais sádico tende a facilitar para que os jogadores consigam (com muito esforço e sofrimento) atingir seus objetivos. Mas, como dizia um antigo amigo, merda coisas ruins acontecem. Em algum momento, percebemos que nossos heróis não são infalíveis e até mesmo o mais poderoso guerreiro pode cair diante da espada do inimigo.

    No início de várias tramas de fantasia – Não somente em RPGs – é comum que uma grande revelação associada aos personagens seja feita, acorrentando-os a trama e predestinando que somente aqueles heróis poderiam ser os salvadores daquele mundo. É comum deixarmos passar que nossos personagens sempre fazem parte de uma trama arquitetada cuidadosamente pelo destino (e pelo mestre).

    Esse tipo de história pode ser muito divertida, claro, mas tem a tendência a criar jogadores preguiçosos a longo prazo. É comum que os jogadores se assustem caso uma mudança tão repentina seja anunciada, como a morte de um personagem.

    Sucesso constante é previsível e sendo rotineiro como costuma ser, fica entediante.

    Por isso, às vezes, é importante deixar que os personagens fracassem…


    Dispensáveis…

    Uma excelente alternativa é tornar os personagens dispensáveis.

    Parece até uma heresia, mas não passa de realidade. Como os jogadores poderiam abandonar seus personagens tão cheios de vida e personalidade, como poderiam desapegar tão facilmente de seus amados heróis?

    Com sinceridade, não só poderiam como deveriam.

    Evitar tramas que dependam de somente um personagem também ajuda na construção de uma campanha mais inteligente e duradoura (e evita Mary Sues). Ao criar tramas futuras, escolha dois ou mais personagens para serem centrais naquele arco. Isso evitará que a campanha desmorone caso o fracasso daquele “príncipe prometido” se concretize. RPG é sobre escolhas e consequências, então deixe que as coisas caminhem por sua própria conta de vez em quando.

    Da mesma maneira, não deixe o vilão tão megalomaníaco. Ok, é extremamente satisfatório matar O Aniquilador de Mundos, mas fazer isso toda vez acaba ficando meio batido. Torne as motivações dos antagonistas mais plausíveis, seus desejos mais concebíveis.

    TPK

    As três palavras que arrepiam a espinha de qualquer jogador e mestre que se preze. Total Party Kill. O que acontece quando os personagens fracassam? Quais são as consequências?

    A morte pode ser a saída mais óbvia mas não é a única saída para um fracasso, assim como campanhas de dominação/destruição mundial são melhores se deixadas para o final, prefira passos menores em relação ao fracasso. Faça com que esses passos construam a personalidade e molde a aventura a partir daquele ponto.

    Às vezes pode parecer sensato simplesmente não entrar em um combate que apenas mataria os personagens, mas o ego e a busca por poder pode atirar os jogadores em um frenesi bárbaro. E é claro que tudo pode ir por água abaixo e é dever do Mestre balancear essas situações. Costumo dizer que quando um TPK acontece, todos falharam, inclusive o Mestre. Assim como os jogadores não podem se tornar preguiçosos e acreditar que sempre serão salvos pois são os “escolhidos”, o Mestre não pode cometer a atrocidade de simplesmente atirar uma campanha no lixo apenas porque descuidou-se e todos morreram.

    Lembrem-se que não existe ganhador em um RPG, todos são ganhadores quando todos se divertem.

    O fracasso é sempre um recurso valioso a ser usado em uma história. Torna os jogadores mais atentos, cria situações de risco. Falhando, os jogadores podem analisar as coisas por outro ângulo, tornando-se mais cuidadosos e planejadores em suas missões. Use o fracasso de maneira moderada, cada vitória deve ser celebrada, cada triunfo deve ser lembrado com emoção pois foi a superação de um fracasso. E caso você falhe…

    Tente de novo.

    Por Murilo Lamegal, Designer, empresário meio amalucado, uma preguiça humanóide e nerd em tempo integral.

  • Random

    Cultuaremos #4 – Baco, deus do vinho e da loucura (e do Carnaval)

    Sexta-feira é dia de maldade…sexta de carnaval, véspera de feriado, o crime é potencializado.
    Então, não tem como deixar para outro dia.

    O #Cultuaremos de hoje, orgulhosamente apresenta, Baco, deus do vinho e da loucura!

    Baco quando começou a ser cultuado. Três bacanais depois e já temos um deus rotundo pra adorar

    É considerado o deus grego do vinho, da ebriedade, dos excessos, especialmente sexuais, e da natureza. Baco foi adotado também pelos romanos e superou até mesmo Dioniso o deus do vinho. Sua lenda conta que sua mãe, grávida de Zeus, pediu para ver o deus em toda sua glória e virou cinzas. Zeus pegou o feto de seis meses e o colocou em sua perna para completar a gestação.

    Baco aprendeu a cultura do vinho e como retirar o máximo das uvas. Peregrinou ao Oriente, passando pela Ásia. Ao retornar instituiu seu culto, mais conhecida como bacanal (baco+anal). Inicialmente, os cultos eram realizados apenas por mulheres e sacerdotisas durante três dias ao ano. Mas o culto se popularizou e expandiu. Aos poucos, os homens passaram a fazer parte das festividades e as bacanais começaram a ser realizadas 5 vezes por mês.

    As mulheres desfilavam seminuas pela cidade convocando todos a participarem. As bacanais se tornaram famosas pelo consumo exagerado de álcool e as absurdas promiscuidades sexuais realizadas nas festas secretas. Em Roma, as bacanais chegaram em 200 A.C. e foram proibidas em 186 A.C., mas não por uma questão moral ou religiosa e, sim, pois a cúpula de Roma entendia que as reuniões poderiam servir como conspirações de cunho político.

    O ritual a Baco é provavelmente o mais prazeroso e mais custoso. Envolve festas excessivas, com muito álcool e sexo sem QUALQUER PUDOR. Todas as excentricidades possíveis são formas de adoração ao deus do vinho. O que torna o carnaval a época perfeita para seu culto.

    Só Deus perdoa. Baco não.

    PONTOS POSITIVOS:
    – Baco é o deus das festas. Então, fazer uma bela duma orgia é uma forma agradável de cultuar o deus.
    – Festa e alegria, e qualquer coisa que você exagere, a culpa foi de Baco.
    – Fantasias legais. Não exige sacrifícios.

    PONTOS NEGATIVOS
    – Se você ainda tem restrições quando à sexualidade, bom uma bacanal pode te incomodar bastante. Lembre-se: Baco comia todo mundo, sem distinção.
    – Se você é casado e não tem acordo prévio, pode ter certeza que vai dar merda.
    – A ressaca é de matar nos dias seguintes. Os gastos também serão de deixar vermelha a mais azul das contas bancárias.

    Conclusão: Baco é o deus mais fácil de adorar nesse final de semana. O carnaval te proporciona todas as ferramentas de adoração necessária para o deus do vinho, ao qual, a festa é dedicada. Lembre-se apenas de usar proteção e não dirigir após uma bacanal. Baco e você saem felizes do feriadão.

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