Uma pausa na nossa programação normal para falar sobre um assunto sério.
Como alguns de vocês sabem, e para quem não sabe também, eu e o Marcos moramos na cidade de Farroupilha, interior do Rio Grande do Sul. E hoje ocorreu um assalto sem precedentes no centro da cidade.
Por volta das 9h desta quinta-feira, o grupo tentou assaltar o carro-forte da empresa Brinks que estacionava em frente a uma agência bancária. Houve reação dos seguranças da empresa de transporte de valores, e os assaltantes se protegeram fazendo pelo menos dez reféns que estavam nas agências do Banrisul e do Banco do Brasil. Numa rua próxima, cerca de 400 crianças que assistiam a uma palestra da Feira do Livro ouviram tiros e entraram em pânico.
Nessa hora eu estava no trabalho, mas como sempre estamos escutando a rádio local, praticamente presenciamos o acontecido. A cidade é pequena, e a probabilidade de algum refém ser nosso parente/amigo é muito grande, imaginem o terror de quem estava longe, sem poder fazer nada. Na rádio só podia se escutar gritos, correria e muitos disparos feitos pelos assaltantes. Felizmente ninguém foi morto, apenas um polícial acabou ficando ferido, mas com pouca gravidade.
Devido a situação de muitos reféns, e até pelo fato dos bandidos estarem equipados com um armamento mais poderoso do que o da polícia, essa não pode fazer muita coisa. Então os ladrões conseguiram fugir em uma van, com alguns reféns, que foram gradativamente soltos. A van foi encontrada por volta das 11hrs da manhã, em uma estrada rumo a Porto Alegre, os meliantes já haviam trocado de veículo. Os meios usados pelos assaltantes seguem o mesmo perfil de outros assaltos na região, ou seja, a polícia desconfia que seja uma quadrilha especializada.
Segue algumas fotos do ocorrido:
Carro forte baleado.
Durante o assalto, reféns usados como escudo.
Rombo feito por um tiro do assaltante.
Carro que estava na frente da agência bancária.
Mais informações:
E agora, voltamos com a nossa programação.



















6 de novembro de 2008 às 18:02 -
Os assaltantes eram os Amarelos ?
6 de novembro de 2008 às 18:32 -
Complicado cara… agradeço a deus por morar aki no goiaizão veih, q n costuma ter muito disso… Sorte pra vcs, e parabens pelo bom trabalho, entro no blog todo dia. Abrazz
6 de novembro de 2008 às 19:21 -
cidade grande? é isso, eheh!
6 de novembro de 2008 às 20:54 -
nossa, que foda.
ps: não tinha nem idéia que vocês eram de farrops, sou de caxias.
[]s
6 de novembro de 2008 às 21:37 -
CARA. Hoje eu conversei com um dos seguranças da STV que tava lá. Ele disse que foi foda. Mas hoje mesmo já tava trabalhando aqui em Dois Irmãos, vê se pode.
6 de novembro de 2008 às 21:56 -
foi foooda, eu tava na escola e deu pra ouvir os tiros disparados na frente do estadual, mas o pior de tudo foi lembrar que a minha mãe trabalha do prédio em frente ao banrisul e saber que ela estava lá :/ graças a deus não aconteceu nada (:
6 de novembro de 2008 às 21:58 -
ah, os bandidos estavam armados com AR15, .40 e 765…
6 de novembro de 2008 às 5:08 -
Tá de brinks?
ãn ãn
6 de novembro de 2008 às 7:12 -
Moro no RJ… Isso é tão familiar.. hehe!!!! Me senti em casa agora. Be carrefulllllll!!!
6 de novembro de 2008 às 9:06 -
É, essa empresa de segurança ta de “brinks”!!!
6 de novembro de 2008 às 9:07 -
Bah, não sabia que vocês eram gaúchos, também sou. Também moro em uma cidade pequena, um pouco maior que farroupilha, e aqui a violência tem aumentado muito.
Isto é mais um exemplo de como funciona este desarmamento , bandidos conseguem armas, não adianta nada proibirem, se eles conseguem armas ate de calibre restrito, como não vão conseguir umas de calibre mais baixo também.
Ou seja, bandidos armados, e a população desarmada incapaz de se defender.
6 de novembro de 2008 às 11:24 -
Ooooi guriis!Descobri o blog de vcs por acaso, investigando informãções sobre o assalto na nossa cidadezinha pacata!hauiehiaheih só vamos combinar uma coisa:os cara são foda! e cai por terra a historia de q n existe crime perfeito! eles mandaram muito bem e devemos olhar isso como um pto positivo pq se os caras não fossem profissionais, muita gente teria morrido. Agradecer muuuuito por eles n terem matado ngm, pq com as armas q eles tinham os 38 da polícia n iam salvar ngm! Beeeeeejios meninos, superl legal o blog, aparecerei mais vezes.Té
6 de novembro de 2008 às 11:47 -
Oo AN?
Vamos agradecer ao profissionalismo marginal, sem isso, nós teriamos problemas com agressao à refens e sem os metodos sofisticados dos bandidos teriamos mais confusao e destruição da propriedade alheia
auhauiahaui foi isso q eu intendi??? è serio?
Meu deus, bandido é bandido de batedor de carteira à politico corrupto, ta tudo errado e n tem ponto positivo nenhum uai
Agora eu vi… COMPLETAMENTE TOSCO Samara… na boa mesm
6 de novembro de 2008 às 14:50 -
Koe se muda!
Vem pro Rio q é tranquilo…
6 de novembro de 2008 às 17:25 -
são uns vadio não tem oq fase ficam assaltando os bancos de farroups!
6 de novembro de 2008 às 18:30 -
falta um assalto desses aqui em Santa Cruz pra coloca a cidade no mapa
mas espero que não, minha mãe e meu pai trabalham no Banrisul daqui
6 de novembro de 2008 às 8:53 -
Na condição de necessidade básica, a impulsão interna na pessoa para a conquista e manutenção da segurança torna-se muito forte, individualmente ou coletivamente, levando o homem e a civilização a caminhar na esteira da autodefesa. A autodefesa do indivíduo tem como conseqüência à preservação da vida e da espécie. Já vimos épocas em que a autodefesa individual dependia do físico do homem na luta contra seus inimigos naturais. A defesa coletiva, além do físico dependia também de barreiras naturais ou artificiais como as montanhas, as águas, as muralhas da china ou os Castelos Medievais.
Na preocupação com a defesa inventou-se as armas que são instrumentos agressivos de auto-segurança. A ansiedade pela segurança poderá conduzir a destruição da humanidade, na medida em que os países mais ricos concentram grandes recursos na elevação do seu potencial defensivo. É obvio que a defesa nesta situação, conota a anulação, redução ou eliminação do outro, só que na era nuclear, o outro somos todos nós.
6 de novembro de 2008 às 9:02 -
relaciona a segurança pública à concepções equivocadas apontadas: A criminalidade é uma doença, um câncer, que deve ser extirpado do corpo social e à polícia incumbe a tarefa de acabar com a criminalidade e restabelecer a paz. Não há sociedade sem crime, portanto, acabá-lo é, pois, meta inatingível. O que é possível é mantê-la em níveis aceitáveis, que serão coerentes com a realidade social. E essa tarefa não é só da polícia. É preciso resgatar a visão do todo. A polícia é o símbolo mais visível do sistema oficial de controle social. A expectativa da comunidade e dos próprios policiais é de que a polícia vença a criminalidade; afastem os criminosos do nosso convívio e voltemos a ter paz. Errado! O crime é um problema de todas as instâncias formais e informais, e não só da polícia. Uma sociedade que não se interessa pelas raízes do problema do crime e da violência, que pensa que sua segurança será maior na medida em que for maior o número de criminosos atrás das grades; que não consegue desenvolver sentimentos de solidariedade; que permanece indiferente, é cruel, insensível e merece a taxa de criminalidade que tem. Sem um diálogo entre diversas instâncias, formais e informais, sem crítica e autocrítica constantes, sem reconhecer cada uma delas, suas limitações, sem buscar enxergar o todo, o nosso sistema repressivo vai continuar combatendo a criminalidade que ele próprio reproduz, reproduzindo a criminalidade que pretende combater.
6 de novembro de 2008 às 10:45 -
mais eles tao certos os ladroes o banco rouba da gente tambem o negocio e rouba mesmo se eu pudece eu ia juntos com eles eu i amesmo o negocio hoje tem que rouba mesmo
6 de novembro de 2008 às 14:15 -
Um carro da empresa BRINKS.