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CapinaGames – Momentos do League of Legends 2015

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Hello there!

Bem-vindos a nossa nova coluna: CapinaGames!

Aqui conversaremos sobre assuntos relacionados a todos os cenários que envolvem nossos maravilhosos jogos eletrônicos!

Hoje vamos falar sobre um pouco sobre e-Sport e o cenário competitivo do League Of Legends (LOL).

Mais um ano acaba, mais uma season fica para trás e outra nos aguarda em 2016. Mas antes de começarmos a pensar sobre o futuro e o que nos aguarda, vamos relembrar de alguns momentos do nosso amado (ou não) joguinho:

1 – A grama do vizinho é sempre a mais verde.

Com o cenário coreano explodindo de novos talentos, a KeyD Stars apostou, mais uma vez, em um reforço estrangeiro para o time: Kang “Daydream” Kyung-min e  Kim “Emperor” Jin-hyun foram a contratação da vez. Mesmo com toda a fé depositada, tanto da organização como dos companheiros de equipe, a dupla não obteve um bom rendimento, comparado com os seus predecessores “SuNo” e “Winged“, deixando a equipe 4 meses após a contratação em meio a um clima ruim por conta da maneira negativa dos jogadores de reagir às derrotas, no fim do primeiro split do CBLOL (Campeonato Brasileiro de League of Legends).

Es.: Emperor Dir.: Daydream

2 – O bom filho a casa retorna. E dessa vez, com companhia!

Após passar uma temporada jogando pela KeyD, o AD Carry Felipe “BrTT” Gonçalves volta para a Pain Gaming, fazendo os fãs delirarem com a volta do trio de ouro: Kami, BrTT e SirT. E como nenhum ADC sobrevive sem o seu Suporte, a Pain trouxe Hugo “Dioud” Padioleau  para a função.

 

Da esquerda pra direita: SirT, Mylon, Kami, Dioud e BrTT (line up do segundo split).

 

3 – Smite calibrado!

Quem esperava um ano apagado do nosso querido Gabriel “Revolta” Henud, se decepcionou, E MUITO! Logo depois de uma temporada de erros e disputas de golpear perdidas, Revolta sacudiu a poeira e deu a volta por cima, mostrando o porquê de ser um dos melhores junglers do Brasil.

4 – Cadê o foco?

Quem joga League of Legends e conhece suas regras, sabe que a derrubada do Nexus inimigo é a prioridade do jogo. Quando o late game bate na porta, qualquer erro pode custar a partida. A equipe da Pain Gaming entendeu bem o significado disso na semifinal do primeiro split do CBLOL, quando BrTT não manteve o foco no Nexus, dando a oportunidade da INTZ virar o jogo. HAJA CORAÇÃO!

5 – Idas e vindas de Revolta

O Jungler Gabriel “Revolta” Henud ficou em evidência em 2015, não apenas pela habilidade, mas principalmente pelas transferências que protagonizou. Ele passou por três mudanças entre Keyd Stars e INTZ.

Contratado pelo INTZ em dezembro de 2014, Revolta teve um primeiro semestre fantástico, conquistando o título do 1º Split do Campeonato Brasileiro (CBLoL) 2015 e vice International Wildcard Invitational (IWCI), na Turquia. No auge, o Jungler surpreendeu a todos ao decidir retornar ao Keyd, em uma das transferências mais polêmicas do cenário nacional de 2015.

Revolta revelou que um maior salário e maior estrutura teriam pesado na sua decisão de mudar de time.

Passados três meses, depois de um segundo semestre não tão bom quanto o anterior, nova surpresa: o Jungler saiu do KeyD e voltou para o INTZ. Em  entrevista, Revolta explicou que sentia saudade do INTZ. “Eu sentia falta de como as coisas eram feitas aqui e de como eu e os meninos conseguíamos fazer o time funcionar”, afirmou, na ocasião.

6 – Francês é o primeiro estrangeiro campeão brasileiro

Contratado no início do ano pelo paiN Gaming sob olhar de desconfiança por boa parte dos fãs do time, o francês Hugo “Dioud” Padioleau fez história ao se tornar o primeiro cyber-atleta estrangeiro a conquistar o CBLOL.

Foi dada ao jogador a difícil missão de substituir o talentoso e carismático sul-coreano Kim “Olleh” Joo-sung. Dioud começou lento, com atuações discretas na campanha de 3º lugar da equipe no 1º Split do campeonato nacional, mas cresceu de produção no 2º Split, com performances convincentes e  MUITA presença, sendo um dos melhores suportes estrangeiros que passaram pelo Brasil.

Infelizmente, a Pain não quis renovar o contrato com o jogador, portanto, não teremos a participação do gringo mais BR que já vimos, no CBLOL de 2016.

 

E o Dioud é baile de favela.

E o Dioud é baile de favela.

7 –  Brasil pelo segundo ano no Campeonato Mundial

Aos poucos, o competitivo brasileiro vai ganhando importância no cenário mundial de League of Legends. O primeiro passo foi a classificação da KaBuM (0/16/2) para o Campeonato Mundial de 2014, após surpreendente campanha na Final Regional Brasileira.

Agora em 2015 foi a vez da atual Campeã brasileira, a paiN Gaming avançou pelo International Wildcard, cuja Grande Final aconteceu no Chile, onde derrotou a Kaos Latin Gamers (KLG), e chegou ao Mundial cercado de muita esperança. Os brasileiros não passaram para a Fase Eliminatória, mas saíram de Paris, na França, com duas vitórias, sobre Counter Logic Gaming (CLG), campeão da LCS North America Summer 2015, e Flash Wolves, vencedor da Final Regional de Taiwan.

Pain Gaming levantando o troféu de campeã do International Wild Card (IWC)

8 – Ta achando que é brincadeira? Errou!

No dia 17 de Dezembro de 2015, a Riot anunciou oficialmente que a atual campeã brasileira paiN Gaming havia violado a Política Interregional de Antialiciamento, quando manteve contato direto com o jogador Caio “Loop” Almeida, na tentativa de recrutá-lo.

“Após investigações e discussões com todas as partes envolvidas, a Comissão de Operações de Ligas concluiu que o jogadorCaio “Loop” Almeida, então contratado regularmente pela equipe INTZ, sofreu tentativa de aliciamento por parte da organização paiN Gaming.”

O que realmente assustou foi a punição decidida, negando o recebimento da premiação do CBLOL 2016, independente da colocação da equipe, além da perda ao valor  referente aos direitos de uso de imagem da Primeira Etapa do CBLoL 2016 (valor integral, que é dinheiro PRA CARAMBA!), e a suspensão do atual diretor  Arthur “Paada” Zarzur.

Paada negou qualquer tipo de tentativa de aliciamento, e ainda afirmou em entrevista: “A Riot foi juiz, júri e advogada da INTZ. Sinto que foi algo quase pessoal. A punição reafirma isso, pois, bem diferente do que afirma a Riot, não houve apuração de provas imputando o aliciamento ao jogador da INTZ, o que é um absurdo. A paiN respeitou os termos da política de aliciamento, sendo que não teve contato com Loop.”

E por enquanto é só pessoal! Continuem nos acompanhando e aguardem material de qualidade!

Phillipe Silva Nascimento, blogueiro, aspirante a médico e um amante de e-Sports.
Twitter: @GreydroneLoL

 

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