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Cultuaremos #2 – Deuses pagãos: Nergal, deus da guerra e da morte mesopotâmio

Ser cristão é chato, mas ser ateu é mais ainda. Se é pra ser diferentão, ao menos escolha um deus que aceite orgias, festas, banquetes como ritual ou sacrifícios.

É por isso que criamos esse quadro com uma linha seleta de deuses pagãos dos mais variados estilos e gostos para você escolher qual será sua adoração do final de semana. Nesse catálogo, você conhecerá as histórias e motivos para escolher seu deus.

E hoje, para aqueles que tem muito ódio no coração é a vez de Nergal, o deus da guerra mesopotâmio!

Imagina esse diabo entrando num campo de batalha. Isso deveria ser foda.

Nergal foi muito adorado nas civilizações antigas como Babilônia e Assíria. Normalmente é representado com um pênis ereto. Ou como sendo metade leão.  Aos poucos, muito ligado à destruição, Nergal cresceu e se tornou o deus do submundo. No cristianismo, foi demonizado e considerado o “chefe da polícia secreta de Satã” e “espião honorário a serviço de Belzebu”.

Rituais: Basta uma oração com as mãos levantadas para o céu e sua fazenda será produtiva.

PONTOS POSITIVOS:
– Não pede sacrifícios humanos;
– Tem um título estileira;
– Vai te garantir um lugar maneiro no submundo.

PONTOS NEGATIVOS:
– Ritual é uma merda;
– Caiu em popularidade nos últimos milênios, fanbase é pequena;
– Você vai ter que morrer em uma guerra.

Na falta de uma guerra, uma partidinha de Larp pode satisfazer o deus.

Conclusão: Nergal teve seus momentos, chegou a ser um deus importante, mas caiu em desuso recentemente. Sugestão para adorar esse deus é criar LARPS em sua homenagem com os amigos. Barrilzinho de cerveja sempre cai bem. Ouçar um black metal do Behemoth durante a cerimônia.

 

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