Criptaremos

CRIPTAREMOS – TOC TOC…

Boa noite Capinenses,

Hoje vamos com uma história muito interessante, além de ser baseada em fatos reais ela aconteceu com uma participante do blog, mais precisamente da página do facebook dos integrantes deste blog maravilha a 2.0, o nome da dona da história de hoje é Srta. Rebecca Milarecho.

Visto que há um grande número de pessoas com histórias sobrenaturais, 1 vez por mês eu irei escolher uma história e postá-la aqui no blog, nessa tão desprezível maravilhosa coluna então se você tem uma história para contar, entre no 2.0 e acompanhe as postagens, quem sabe sua história não vem para aqui!

Vamos lá?

“A noite chega e é sempre mais escura pouco antes do amanhecer, isso é, se você sobreviver até lá.”

Abra sua mente, apague as luzes e se tranque no quarto, pois agora é a hora do terror.

Lembro que quando éramos pequenas minha irmã, Thayná nossa vizinha e eu tínhamos uma amizade muito especial. Brincávamos na rua o tanto quanto podíamos e quando nossos pais nos mandavam entrar, demos um jeito de continuar graças a um jogo que a gente inventou e que começou sem querer por sinal. Parando para pensar agora era bem simples e bem infantil…fazer o quê? Eramos crianças. A gente ficava grudada na parede que dividia nossas casas e gritava alguma pergunta e ouvia a batida da resposta, às vezes a gente brincava de fazer ritmo sempre com essa regra fazíamos uma parte e a nossa vizinha completava.

Lembrar de tudo isso me traz um sentimento de estranho, uma parte alegria pois esses momentos eram muito bons, mas inevitavelmente me lembro do motivo do porque eles acabaram. Num final de semana chuvoso, sem poder sair minha irmã e eu passamos o dia inteirinho com a nossa brincadeira da parede, juntamente com Thayná.

No domingo de manhã o dia amanheceu ensolarado, quando fomos falar com nossa vizinha, ela tinha passado o dia anterior fora, a casa dela estava vazia. Nunca mais brincamos!

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