Problematizaremos

Relacionamento abusivo – Quem é a vítima?

Presenciamos diariamente histórias de relacionamentos abusivos vivenciados principalmente por mulheres. Agressões físicas e psicológicas, proibições, controle, monitoramento e possessividade são os exemplos mais comuns desse tipo de comportamento. Mulheres que são diariamente subjugadas pelo simples fato de ser mulher. Mas engana-se aqueles que veem como relacionamento abusivo um problema enfrentado exclusivamente pela mulher.

A mulher, por uma questão histórica e social, sempre esteve no foco quando se trata de sofrer com suas relações. Mas o que temos visto é que com o tempo algumas mulheres aprenderam a ser tão cruéis quanto alguns homens, no que tange a relacionamentos.

Atualmente, é possível afirmar que ao menos 50% das denúncias de estupro e violência doméstica são falsas. Desentendimentos, traições e vingança seriam as principais motivações para que mulheres tenham essa atitude.

Depoimentos contraditórios e inconsistentes é de praxe nesses casos. Por essa razão, é necessário que a suposta vítima seja ouvida pelo menos três vezes antes da instauração do inquérito. Há ainda os casos de alienação parental, em que as mães convencem as filhas a dar queixa do pai o acusando de estupro. Casos como esses são mais comuns do que imaginamos e acontece o tempo todo, atrapalhando o trabalho da polícia e da justiça e pondo em descrédito a palavra das mulheres que realmente são vítimas dessa violência.

Recentemente nos deparamos com o caso da esposa de um cantor famoso que o acusou de violência doméstica praticada, inclusive, com a ajuda da mãe e da irmã do cantor. A suposta vítima, que afirma ter recebido chutes enquanto estava caída ao chão, durante uma discussão, não quis fazer o exame de corpo e delito no ato da denúncia. Em seguida Poliana negou as acusações feitas por ela mesma através de uma rede social e decidiu se apresentar para a realização do exame que comprovaria a existência ou não das agressões. O exame deu negativo.

E após toda uma polêmica gerada em torno do caso citado, pudemos perceber o quão frágil é a imagem de uma pessoa, e como é fácil destruir a vida de alguém com apenas uma falsa denúncia. O cantor passou a ser questionado por várias mulheres, que dentre tantas teorias encontradas por estas, insinuaram ainda que o cantor Victor pode ter corrompido a polícia e o IML para que estes dessem um parecer favorável ao suposto agressor.

Acontece que nem sempre o homem é o vilão da história. Conforme demonstrado no decorrer do texto, pelo menos metade das denúncias feita por mulheres são inverídicas, e esse pode ter sido mais um caso de denúncia falsa, de uma mulher que, por algum motivo, resolveu praticar um ato de vingança contra o seu marido. De acordo com a delegada, o motivo da briga teria sido porque Victor havia levado a filha mais velha do casal para a casa de sua mãe, que mora no mesmo prédio, e Poliana não teria ficado satisfeita.

Considerando uma briga envolvendo família, sogra papagaio, periquito e etc, esse pode sim ser mais um caso de denúncia falsa feita com o intuito de ferrar com o cara vingança. A grande questão é que não sabemos a razão para esta mulher voltar atrás do que falou. Inúmeras teorias podem ser criadas para justificar o rumo que essa história tomou, a exemplo da ex-mulher do candidato a prefeito do RJ, Pedro Paulo, que misteriosamente resolveu negar todas as agressões por ela relatada, assumindo pra si toda a culpa pela agressão sofrida por ela ainda à época em que eram casados.

Acontece que no caso de Victor, a separação não ocorreu, e a mulher, além de estar grávida, ainda vive maritalmente com ele. E eis que surge a grande questão: como viver com uma pessoa que foi capaz de denunciar falsamente uma agressão? Seria como dormir com o inimigo. É nunca mais poder confiar novamente na pessoa que dorme ao seu lado. É sempre esperar uma nova armadilha, uma nova denúncia falsa.

Comentários

Populares

Topo