• Animaremos

    Animaremos – Ano Hana [Chitto/Anime]

    Boa noite galera, tudo bom? Chitto aqui! Quanto tempo, né? Pois é, depois de um final de ano super enrolado, viagem, festas e tudo o mais, volto abrindo o ano novo com a triste história de Ano Hana! Espero que suas festas tenham sido boas, pois as minhas foram!

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    Queria começar o ano com um post alegre e divertido pra vocês, mas como prometido, hoje é sobre Ano Hana. Aviso desde já que o anime É TRISTE PRA CARAMBA. Obrigado Luan Amaral, por me fazer ver isso! Brincadeiras a parte, o anime é ótimo, recomendo pra qualquer um que goste de drama!

    Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai

    Capa Ano Hana

    Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai, mais conhecido como Ano Hana, foi transmitido de Abril até Junho de 2011. Em Agosto de 2013, a obra ganhou um filme em que é mostrado mais sobre a vida deles crianças. Também cobre algumas brechas que ficaram no anime (são só 11 episódios), e ainda mostra como estão as coisas depois do que acontece no final do anime.

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  • Imaginaremos

    Imaginaremos #3: Sobre Orgulho e Preconceito

    Sejam bem-vindos a Imaginaremos, a coluna de RPG do Capinaremos.

    Continuando a épica saga começada há duas semanas, continuaremos desbravando os lendários calabouços que contém os segredos e a história desse fantástico hobby.

     

    O grupo de aventureiros se encontra perdido em uma masmorra. Seus pés doem graças a longa jornada e suas provisões são escassas. Logo a frente, uma tocha acesa indica uma bifurcação no caminho. O líder, um notório paladino, avança a frente e vira a direita. A sua frente, emerge uma figura monstruosa, de poder nefasto e corrosivo. O grupo chega com armas em punhos e encara o gigantesco…

     

    Preconceito.

     

    Ok. Talvez eu tenha romantizado demais, mas é fato que desde sua origem, o hobby atraiu olhares desconfiados dos mais diversos grupos sociais. Em especial, os conservadores radicais. Ainda no começo de sua história, Dungeons & Dragons recebeu publicidade negativa ferrenha vinda de diversas comunidades religiosas nos Estados Unidos, ressaltando que o jogo promovia práticas como o satanismo, bruxaria, suicídio e pornografia.

    Durante toda a história do RPG, muito desse criticismo foi direcionado especialmente ao D&D, embora outros jogos no gênero de fantasia também tenham sofrido algum preconceito.

     

    Notória contribuidora para tais alegações era a até então ativista, Patricia Pulling. Após seu filho, Irving Lee Pulling II cometer suicídio, Patricia passou a acreditar que sua morte estava intrinsecamente ligada ao popular jogo de mesa Dungeons & Dragons (clássica falácia de correlação coincidente, ou Post hoc ergo prompter hoc). Patricia então fundou o BADD, Bothered About Dungeons & Dragons (algo como “Incomodados por Dungeons & Dragons… Sim, é sério o nome). O grupo era classificado como uma advocacia de apenas uma pessoa e desta forma, Patricia tentou, por diversas vezes processar e acabar de uma vez por todas com a marca Dungeons & Dragons, publicando artigos que difamavam a prática do RPG e a ligavam a casos como estupro e assassinato. As atividades do grupo cessaram com a morte da fundadora e provável única membro.

     

    Tamanha controvérsia gerada por Pulling e outros ativos membros da comunidade cristã estadunidense levaram a TSR, até então detentora dos direitos de Dungeons & Dragons, a remover referências a demônios, diabos e outros monstros potencialmente controversos da segunda edição de Advanced Dungeons & Dragons, publicada em 1989. Tais termos foram traduzidos para Baatezu e Tanar’ri. Muitas dessas exclusões retornaram ao AD&D no final dos anos 90, como no livro Guide to Hell.

    Nos anos 2000, já em sua terceira edição, Dungeons & Dragons se endereçou ao tema de maneira muito mais explícita que em suas edições anteriores, entretanto, relações e interações com tais criaturas eram tratadas como sendo explícitamente malignas. Livros mais “extremos”, como The Book of Vile Darkness e The Book of Exalted Deeds foram classificados pela associação de classificação etária dos Estados Unidos da América como Apenas para Adultos.

     

    Outros preconceitos que são digníssimos de nota acontecem dentro das mesas e muitas vezes não recebem a atenção devida. A questão aqui não é o politicamente correto, pois como podem perceber, o jogo nasceu em um mar de hipocrisia religiosa. Entretanto, milhares de jogadores são vítimas de seus próprios amigos. Que mulher não se viu indignada ao ser menosprezada em uma mesa de jogo. Talvez seu amigo não tenha gostado da piada homofóbica. Entre tantas outras “brincadeiras” que acabam levando amizades a serem desfeitas e que torna o que deveria ser uma experiência agradável em um inevitável desastre.

     

    A Graci, do blog “As Tralhas Rpgistícas da Graci” elaborou um texto muito melhor tratando desse assunto, que usei de base na criação deste. Vou deixar um link para o mesmo.

    RPG foi criado para ser um jogo que permita a socialização, mesmo entre pessoas que não conseguem tal feito graças a timidez. Não permita que tal mal se aproxime da sua mesa. Companheirismo nunca é demais e a party sempre deve ficar unida!

    http://gracilariopsis.blogspot.com.br/2015/04/rpg-e-preconceito-uma-reflexao.html

    Devo ressaltar, como jogador e narrador de RPG, que é óbvio que qualquer alegação que o jogo de interpretação cause danos é completamente infundada e ridícula. Tais acusações não passam de falácias que infelizmente se propagam como fogo em mato seco e que se não combatidas, continuam a causar danos a um hobby que faz tantas pessoas felizes a tanto tempo. Sendo reconhecido e valorizado pelo Ministério da Educação Brasileiro (MEC), o RPG hoje é até mesmo utilizado em salas de aula como ferramenta educacional. Através da ludificação de objetivos já administrados na sala de aula, é possível que o professor passe informações de uma maneira mais interessante a seus alunos, tornando assim a aula mais interessante a todos. Existem diversos projetos que visam desmistificar e introduzir o RPG para o público mais leigo. Deixarei abaixo alguns links 🙂 

    https://canaldoensino.com.br/blog/como-usar-rpg-na-educacao
    http://portal.fclar.unesp.br/poseduesc/teses/rafael_carneiro_vasques.pdf

    Na próxima edição do Imaginaremos (que agora também será publicado às terças), caminharemos por ruas lamacentas e pelo mundo sombrio criado pela Editora White Wolf.

    Boas rolagens a todos 🙂

    Por Murilo Lamegal, Designer, empresário meio amalucado, uma preguiça humanóide e nerd em tempo integral.

  • Colunas

    42 filmes para assistir nos cinemas em 2017

    Talvez esse ano não tenha lançamentos tão esperados quanto aqueles que estavam prometidos para o ano passado, mas ainda assim, temos um bocado de coisas interessantes para nos entretermos em 2017.

    Tantas aliás que, nesse primeiro vídeo, sequer couberam todo os novos filmes que devem entrar em cartaz neste ano. Fizemos uma breve listinha (brevíssima aliás) listando 42 produções (número cabalístico)  confirmadas para esse ano e que você não pode perder nos cinemas.

    Tem filme novo do Edgar Wright (diretor de Chumbo Grosso), continuação de Prometheus, Star Wars e um dos mais esperados do ano: Emojis, o filme.
    Ou não.

    Enfim, confere aqui a lista completa, prepara a pipoca (e o bolso) e vamos assistir filme pra caralho

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