• Chefes Abusivos e as cicatrizes psicológicas:

     

     

    Todos já tivemos empregos ruins e principalmente todos tivemos péssimos gestores, chefes ou lideres dependendo de como cada empresa o chamam e infelizmente isso pode acarretar em cicatrizes e traumas que afetam o lado profissional e o pessoal e pior ainda geram mais péssimos gestores, isso sem falar no desserviço de informação que eles prestam como por exemplo botar na cabeça dos funcionários que tudo que a empresa faz que prejudica o colaborador esta ok e dentro da lei e lesando diversas pessoas. Eu decidi escrever isso pois passei por três tipos gestores diferentes e vou listar eles aqui:

    1º Abusivo: Para mim o pior tipo disparado é que quer tirar até a ultima gota da sua alma ele não está nem ai se vai te prejudicar o único intuito dele é te usar para alcançar os objetivos dele e se você não conseguir bater a meta estipulada ou então fazer o serviço no prazo que ele deseja ou da forma como ele imaginou ele prontamente te torna em um refém do jogo psicológico dele aonde você vira a pior pessoa e principalmente o pior funcionário de todos e que você é simplesmente inútil e tudo que você fez até agora não era mais que sua obrigação, mas ao não fazer algo você falhou e por piedade dessa vez você vai manter o emprego, mas da próxima…Além disso ele assim como os outros não tem o mínimo de conhecimento sobre leis trabalhistas e mesmo assim adora falar que qualquer abuso por parte da empresa é valido, desde o não pagamento de horas extras entre outras coisas.

    Cicatrizes: normalmente são extensas, desde crises de ansiedade, falta de confiança, problemas de auto estima, stress, depressão, entre outras.

    Como lidar: Não existe uma formula magica o ideal seria trocar de trabalho ou pelo menos de setor ou chefe, mas você pode praticar também da famosa tática de se fingir de morto e assim ignorar tudo o que essa pessoa diz de tóxico.

    2º O Falso Coach: Esse tipo é o que viu varias palestras e tenta aplicar no seu ambiente o problema é que ele não consegue e pior ainda quando ele falha nos projetos que ele tenta implementar ele joga a culpa da falha para os funcionários, além de normalmente não entender o significado de manter equipes unidas e achar que isso significa elogiar apenas quando as coisas estão boas e principalmente falar frases de efeito e vazias em reuniões ou conversas particulares para parecer alguém mais interessante e estudado. Normalmente esse tipo também tem o costume de ter um círculo de funcionários próximos que acabam atrapalhando as decisões e comprometendo as escolhas desse gestor.

    Cicatrizes: sensação de falta de potencial, culpa, e problemas com auto estima.

    Como lidar: evite confrontos, mas não deixe ele montar ou você ou culpar os fracassos deles em você e tente mostrar por meio de conversas e ações que você faz o que ele pede mesmo quando isso da errado, pois assim ele não terá como escapar.

    3º O “Paizão”: Esse é o cara que tenta comprar sua confiança com brincadeiras, sorrisos e historias normalmente tem o costume de contar as historias de quando não era gestor, o grande problema é que ele tende a achar que qualquer coisa que ele faça é um grande favor e principalmente que você sempre está em debito com ele e como todo pai abusivo ele tem uma tendência em jogar a culpa dos problemas dele tanto pessoais quanto profissionais nos subalternos, além disso esse tipo também tem o costume de fazer intrigas tentando sempre sair como o encurralado pelos “vilões” que fazem ele tomar certas atitudes.

    Cicatrizes: culpa por decepcionar ele, problemas severos de ansiedade, sempre se sentir em debito com ele, inimizades e péssimo ambiente de trabalho.

    Como lidar: Conheça os seus direitos, respire fundo e evite confrontos, lembre-se que você não deve nada a ele, cuidado com as informações que ele passa e tente sempre confrontar a informação com a pessoa “culpada”.

    Além desses tipo existem diversos tipos de gestores que não merecem o cargo que tem e que não entendem que folga não é favor é direito, que banco de horas deve ser usado e que principalmente uma equipe unida e motivada faz um serviço melhor, mas o foco não é esse o foco é como evitar que esse tipo de infelizes seres afetem seu psicológico, a resposta mais simples é tente entender o tipo de chefe com que você trabalha e principalmente crie filtros para evitar absorver aquilo que não te for produtivo e nos momentos em que você não aguentar mais tire um tempo pra você faça coisas que você goste, pratique esporte, jogue vídeo game, leia um livro, escreva uma coluna para ajudar outras pessoas, mas independente de qualquer coisa tente sempre lembrar que seu chefe é apenas mais um funcionário e você sempre pode pedir para trocar de loja ou então de empresa. E se você que esta lendo essa coluna for gestor tente pensar nas suas atitudes e se avalie será que você não se enquadra dentro dessas características, tente se aprimorar faça cursos (mas por favor os entenda) procure graduações e se lembre que muito mais que funcionários ou números você trabalha com pessoas e as deve o mesmo respeito que elas devem a você.

    “Que a força esteja com vocês!”

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  • Ninguém Lê Colunas

    Por que o futebol americano é tão sensacional?

    Eu sei: você com certeza tem um amigo que tentou te apresentar o futebol americano e provavelmente, você não entendeu. Pode admitir, isso não é uma fraqueza sua, o esporte é realmente complexo e bastante situacional. Pra entender todas as possibilidades de uma partida, você precisa assistir jogos, jogar games, ver vídeos, ler sobre, e eu entendo que cada pessoa tem seus interesses individuais e tem todo o direito de não gostar de algo.

    Agora, se você acompanha o esporte, ou tem interesse em aprender você sabe do que eu tô falando. O futebol americano não é algo comum. Cada jogo é um acontecimento.

    Eu estou falando de estratégia. A cada nova descida, uma tática diferente de um playbook com mais ou menos 100 jogadas para que, em fração de segundos, se transforme em apenas uma que é decidida pelo coordenador ofensivo e mudada ou não segundo a ótica do quarterback, o cabeça pensante do time, que de dentro de campo observa o posicionamento da defesa adversária, que por sua vez quer evitar que o ataque ganhe jardas.

    Eu estou falando de atenção. O futebol americano não permite descuidos ao longo dos 60 minutos. Quer ganhar um jogo? Seja disciplinado, atento e ativo, porque ninguém do outro lado quer perder também.

    Eu estou falando de dor. A dor no peito e a preocupação da mãe que vê o filho, praticante do esporte, partir uma coluna, romper um ligamento, quebrar uma perna, e nesse ponto o futebol americano é bem desumano mesmo. Mas também na dor do coração, de deixar a vitória escapar no último quarto, de ver o touchdown do adversário e logo após olhar para o cronômetro e ver que ele está próximo ao zero. Dor ao ver que o kicker chutou para o espaço as possibilidades de vitória do seu time. Dor de perder em casa, e saber que por essa derrota o time não vai para os playoffs. A dor no coração de torcidas como a do Arizona Cardinals, a franquia mais velha da NFL, que viu no Super Bowl XLIII a conexão apoteótica de Ben Roethlisberger para Santonio Holmes nos últimos segundos de jogo sacramentar a vitória do Pittsburgh Steelers na única final disputada pelos The Cards.

    Eu estou falando de emoção. Emoção do torcedor do New England Patriots (time do marido da Gisele Bündchen) em saborear uma virada pra lá de espetacular em cima do Atlanta Falcons, depois de estar perdendo por 28 x 3. Sabe, eu nem gosto do time do marido da Gisele, mas e daí? Foi incrível. O futebol americano me trouxe de volta a emoção que eu tinha de torcer. Eu gosto do futebol que a gente joga aqui, mas admito: desde os meus 19 ou 20 anos, ele não me empolga mais. Quando o Grêmio, meu time do coração, venceu a Libertadores, eu simplesmente desliguei a televisão e continuei fazendo meu TCC ( que inclusive é sobre futebol americano também). Quando eu vejo um grande jogo de futebol americano, eu tenho vontade de fazer passeata. De pôr um bloco na rua. De gritar pra caralho, feito um condenado. Quando meu time perde eu fico pistola, eu posto no Twitter, eu tenho vontade de chegar pra Joe Flacco e companhia e dizer “SEUS ZÉ ROELA DESGRAÇADOS, SEUS OREIUDO”. Todo esse entusiasmo, eu sei que os caras que transmitem sentem também. Dá pra perceber nas narrações do Everaldo Marques, nos latidos do Paulo Antunes, nos comentários do Anthony Curti, nas piadas do Rômulo Mendonça e nas histórias do Paulo Mancha o quanto essa porra desse esporte vicia. E dá até pra ser ufanista: em outubro rolou uma invasão de brasileiros avaliando a página do Facebook do Kansas City Chiefs com uma estrela que foi bem irresponsável e infantil, mas não era para menos. A equipe demitiu o lesionado kicker BR Cairo Santos, o mais conhecido como Zica das Bicudas. O mais legal dessa história, é que HUE BR tem um pacto com o demônio e meses depois o time foi eliminado por um chute errado. Enfim. Pra sentir o que eu sinto, ligue o seu televisor na ESPN no próximo dia 4 de fevereiro, às 21:30 (ou mais cedo se você mora naqueles estados com outro fuso horário) e veja, além do show do Justin Timberlake no intervalo (acho que não vai chegar aos pés do showzão da porra que a Lady Gaga fez no ano passado que você assiste clicando aqui) a partida entre New England Patriots (que eu espero que perca) e Philadelphia Eagles (FLY EAGLES FLY).

    Eu estou falando de futebol americano. O melhor esporte do mundo.

    Quer tirar suas dúvidas sobre o esporte? Quer deixar sua sugestão, dúvida ou ofensa? Deixa nos comentários que eu respondo!

    Um beijo bem grande galera linda.

    Drew Brees e Tom Brady: dois homões da porra que juntos se pá podem curar o câncer e salvar o mundo da fome ao mesmo tempo.

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