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Devaneios – Amor

 

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A melhor comparação que alguém pode fazer sobre o amor é comparar-lo a uma vela.

O fogo queima a cera e espalha a luz pelo lugar,

Ilumina tudo o que vê e destrói tudo o que tocar,

Sua sombra enegrece o mais brilhante coração,

Sua ausência esfria a mais quente alma.

 

Diz não precisar do amor aquele que nunca o sentiu. O homem que nunca afogou-se no lúgubre mundo das flores e dos devaneios, aquele lugar especial que todos passamos ao nos perder em um sorriso singelo. O olhar é esplêndido, como uma princesa saída de um conto de fadas, ou de um glorioso príncipe que cavalga em seu alazão.  Quem nunca sentiu o amor? Que nunca sentiu a perda dele? O amor não é a confiança cega, é a cegueira ao lado da confiança; não é a paixão que acaba antes de começar, não é o grito perdido de alguém esquecido. O amor é… Bem, o amor é a brincadeira mais rápida para esquecer a dor.

O amor existe para todos, o amor existe para os falsos e verdadeiros.

 

Você diz amar, mas você ama? Você não está transferindo? E se você ainda pensa nele? E se você ainda pensa nela? O quão confuso você está?

Negar para mim é fácil, negar para um texto é ainda mais fácil, mas mentir para si mesmo é uma agressão a sua alma. Sua alma não merece sofrer, merece?

Não tem problemas apagar um amor com outro, mas qual é o mais verdadeiro?

O amor… O mais puro sentimento secreto que a exposição pode tornar-se uma faca ou um travesseiro.

maos-dadas

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