• Como é ser o humano de estimação de uma arara

    Mais alguma coisa, senhora?

     

    Ok, eu admito logo de cara. O título é sensacionalista. Em primeiro lugar, eu não sou de “estimação” da arara, no sentido que nenhuma delas tem muita estima por mim. Tô mais pra mordomo malquisto. Em segundo, não é uma arara só. A quantidade varia com alguma frequência, mas atualmente são… umas 7 ou 8? Talvez 9. Pode ser que chegue a 12. Vocês já tentaram contar araras? Elas não ajudam. É pena, asa, bico e maldade pra todo lado.

    Na foto: meu pai e uma porrada de araras. Hora do café da manhã

    Calma, não precisa chamar o Ibama, nem a polícia federal. Deixa eu me explicar: minha mãe é bióloga, e aqui na cidade em que moramos, não há um zoológico ou algum outro órgão responsável que possa receber animais silvestres encontrados na área urbana, ou animais em situação de vulnerabilidade encontrados na área rural. Assim sendo, todos os animais que os bombeiros encontram na cidade, são trazidos para a nossa casa. E por conviver com todo tipo de bichinho (e bichão) desde pequeno, acabei adquirindo notável saber em lidar com todo tipo de criatura – exceto humanos. Ninguém gosta de lidar com humanos. (se é o suficiente pro MEC, é o suficiente pra mim).

    Exemplo de um outro bichinho que trouxeram pra cá. Um filhotinho de sagui!

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  • Imaginaremos

    Imaginaremos #38 – A Bandeira do Elefante e da Arara

    Uma aventura… Atípica

    Bem, é mais ou menos isso. A Bandeira do Elefante e da Arara é uma obra escrita por um estrangeiro, porém que se passa em terras tupiniquins. As histórias de Christopher Kastensmidt se passam em pleno Brasil colonial, no século XVI. Aqui no Brasil, é publicada pela Devir Livraria, velha conhecida pelos jogadores por trazer Dungeons & Dragons e clássicos (que em breve serão renovados) como Vampiro: A Máscara.

    As histórias narram as desventuras do holandês explorador Gerard Van Oost, metido a herói e o guerreiro yorùbá Oludara também tratando dos conflitos entre os colonizadores e nativos, assim como inúmeras lendas conhecidas de nosso vasto folclore.

    Quando digo obra, me refiro ao todo. A Bandeira do Elefante e da Arara já tem em seu repertório HQs, um RPG e até mesmo uma animação em produção!

    E como funciona o jogo?

    Sua mecânica está baseada na rolagem de 3d6. Como em qualquer jogo de interpretação de papéis, suas ações podem ser bem sucedidas ou completos fracassos. Isso dependerá dos testes de façanhas. As Façanhas fornecem um bônus nas jogadas de dados conforme o seu nível. Assim como em outros RPGs, aqui existe uma progressão a partir de experiência e suas habilidades e bônus aumentam conforme seu personagem se torna um aventureiro mais competente. As Façanhas consideradas mais fáceis tem a dificuldade 12, médias 15 e assim em diante.

    As habilidades estão divididas em diferentes grupos, o que permite que o jogador crie personagens distintos: Habilidades Gerais, Silvestres, Armas, Sociais, Militares e Navais, Artesanato, Arte, Instrumentos Musicais, Estudos Acadêmicos, Línguas Magias e Milagres e Outros Ofícios. Cada um destes grupos possuem subdivisões, que permitem que os personagens se especializem. Cada habilidade possui três níveis de especialização: AprendizPraticante Mestre.

    Magia

    A Magia funciona de maneira semelhante a das Façanhas, sendo dividida em três caminhos. FôlegoIfá. Não é possível que o jogador escolha mais de um caminho, portanto sua decisão deverá ser bem pensada ao optar por seguir os passos da religião, dos pajés ou dos orixás. Também é importante frisar que o jogador que optar por utilizar meios mágicos não poderá utilizar armaduras ou armas, desta forma equilibrando o jogo.

    Como disse antes, a Magia se comporta em termos mecânicos de forma semelhante às Façanhas. Desta forma, a cada nível de habilidade aprendido, o personagem recebe pontos de energia que poderão ser utilizados em suas magias. Cada caminho possui sua própria lista de magias, para que assim o jogador não se sinta apenas utilizando mesmo personagem com “uma roupa diferente”.

    O Combate

    Apesar de não se utilizar de miniaturas, A Bandeira do Elefante e da Arara precisa de informações sobre a posição dos personagens em campo. Desta forma, o jogo apela para três estados. Livre, quando o personagem não está engajado em uma batalha e poderá aproximar-se do inimigo, atacar com uma arma a distância ou fugir; Em Combate determina que o personagem está engajado em uma luta corpo-a-corpo, próximo a um ou mais inimigos e por fim Em Fuga, onde o personagem tenta fugir do combate. Determinadas as posições, a iniciativa é rolada e cada ação é declarada. Apesar dos personagens possuírem diversas formas de ataque, o combate aqui se desenrola com fluidez, mantendo a tensão do combate e sua narrativa.

    A Criação de Personagem

    Finalmente, o ato de construir seu próprio aventureiro e desbravar os mistérios do Brasil Colonial. Primeiro, o jogador define o histórico do personagem, escolhe suas habilidades e distribui 20 pontos de aprendizagem. Após isso, é necessário escolher três Características que definirão a personalidade e o relacionamento do personagem com os demais. As características não afetam diretamente as Habilidades e sim a narrativa. E então o jogador pode selecionar seus bens iniciais, equipamentos e armas. Caso tenha optado pelo caminho místico, o jogador deve anotar sua Energia e suas magias.

    É possível comprar o seu exemplar desse incrível RPG diretamente na Amazon BR por um preço bem convidativo. Além disso, também é possível encontrar as HQs deste universo lá.

     

    Apesar de nossa pausa de MESES SEM POSTAR NADA, voltaremos com nossa programação normal, trazendo conteúdo sobre RPGs e seus derivados todos os meses aqui no Capinaremos. Até logo e boas rolagens!

     

    Agradecendo ao Blog Filhos da Gehenna e Tábula Quadrada. Suas postagens serviram de base para essa.

     

  • CapinaLemos

    A verdade sobre o trabalho que ninguém quer te contar

    Eu sei, você veio aqui atrás de humor para fugir dos seus problemas e se depara com isso. Me desculpa, mas eu precisava muito te contar uma coisa.

    Sabe esse papo de “Faça o que você ama e não vai precisar trabalhar um dia da sua vida”? É mentira. Sabe esse papo de “Você precisa estar sempre motivado para atingir seus objetivos”? É balela.

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  • Meu AUmigo Cão

    Beagles AMAM brincar com mordedores e pelúcias

    Que Beagles são cães brincalhões todo mundo sabe. Para deixar um cãozinho dessa raça entretido e bem longe da possibilidade de arroer alguém móvel em casa, é preciso distraí-lo com o brinquedo certo.

    Já que vocês pediram. Neste vídeo mostro todos os brinquedos da Lily, aonde guardo eles e conto quais são os preferidos.

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